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Marketing Político - III - A propaganda
3.5.2012 | 10h09m
 

A propaganda no Marketing Político

Uma estrutura de comunicação profissional  desempenha um papel cada vez mais importante na condução das campanhas  políticas. A complexidade das campanhas bem como o aumento e a variedade do eleitorado exigem uma comunicação honesta, bem direcionada e com alto poder de  penetração. A razão de ser da propaganda é, essencialmente, construir e sustentar marcas  fortes, como meio de colaborar para que elas alcancem os seus objetivos. A construção dessas marcas passa  pela criação de um forte elo entre marca e consumidor. Isso quer dizer que a função da comunicação publicitária é de gerar marcas fortes de forma ordenada, agregando assim valor a ela.

É sua responsabilidade como candidato - para com você, sua família e seu partido - comunicar suas idéias de modo mais eficaz possível  e  a propaganda oferece um dos caminhos para atingir esse objetivo.

 
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Marketing Político - II - A origem
9.4.2012 | 9h16m
 

Desde quando surgiu no seu formato moderno na campanha do General Eisenhower, nos Estados Unidos, em 1952, até hoje, podemos observar a generalização do uso e a sofisticação crescente da atividade, que se transformou no mais eficiente instrumento eleitoral das democracias contemporâneas e na mais bem sucedida forma de difundir idéias.

No Brasil, se confunde o marketing político com a propaganda eleitoral. Na verdade, a propaganda eleitoral gratuita é a última fase de um trabalho muito mais amplo e complexo. O marketing político não é só propaganda e defini-lo é complicado, mas podemos afirmar que o marketing político é um conjunto de procedimentos e técnicas, utilizando pesquisas qualitativas e quantitativas, para avaliar os humores, variações do eleitorado para, a partir daí, encontrar o melhor caminho.

Eleição após eleição, muitas novidades surgiram. No início os grandes avanços foram a promoção de apenas uma proposta por aparição ("Unique Selling Proposition" - USP) e a propaganda negativa (ataque a outros candidatos).  Depois, vieram os debates e com a segmentação do eleitorado, vimos às peças publicitárias dirigidas a minorias.

O político está virando um produto do marketing, ou “que os marketeiros estão despolitizando a eleição”. Bem, um político virar um produto, não é o caso, mas torná-lo uma marca, isso vem sendo feito.

 

Não podemos afirmar que um político é igual a um sabonete, mas as técnicas de marketing utilizadas podem ser semelhantes. Um sabonete, para o consumidor, não significa apenas uma barra de saponáceo para higiene corporal, assim como um candidato tampouco significa para o eleitor apenas uma pessoa isolada. A técnica sempre estará a serviço das vantagens, dos projetos, do seu conteúdo, criando assim uma embalagem que deve sempre falar o que realmente o produto tem de melhor. (Quando as têm, as contra-indicações normalmente são ditas pelo opositor). É claro que quando se adquire um produto que não corresponde ao anunciado, todos temos o direito de devolvê-lo, como foi o impecheament do Collor, ou mesmo não votando mais no político enganador.

Elevar do marketing ao topo da pirâmide de poder político é um equívoco, no entanto, se bem utilizado tende a ser confundidos com seus próprios objetos, tal é a relação íntima que se estabelece entre estratégia de marketing e propósitos do cliente.

O trabalho é criar uma boa embalagem para um bom produto, afinal, você já viu anúncio de classificados de venda de carro em que diz “vendo Chevete 79 todo enferrujado, sem documento e com os faróis quebrados”? Ora, sejamos realistas. Todos nós temos defeitos e virtudes, e na vida real não existem mocinhos e bandidos, todos nós temos nossos momentos de vilão e de herói, isso é normal. O grande segredo no marketing atual é justamente isso, não esconder a verdade, é mostrar para todos que aquele político é um ser humano, que mostra com entusiasmos suas virtudes, mas principalmente não esconde seus defeitos e os enfrenta com coragem.

 

"Um príncipe sábio deve observar modos similares

e nunca,em tempo de paz ficar ocioso”

Nicolau Maquiavel em 1513

 

 
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Marketing Político - I
12.3.2012 | 16h30m
 

A ideia pode até assustar ou incomodar os puristas e românticos, mas no marketing político atual não há mais espaço para improvisações.

A dinâmica do mundo contemporâneo, com transformações ágeis e sucessivas, avanços tecnológicos surpreendentes, mudanças rápidas de paradigmas e conceitos, causando impactos generalizados, também respingou, é claro, no marketing político.  Com um ingrediente a mais: a evolução da sociedade brasileira, com maior concentração nas centros urbanos, recebendo maior carga de informações que, com certeza, influenciam no conceito coletivo de cidadania, ética, respeito ao eleitor, compromisso com a sociedade.

Se o eleitor passou a ser mais exigente, o que não é algo circunstancial, mas conseqüência da própria mudança social e da evolução política, o candidato apenas dos santinhos, dos tapinhas nas costas, dos pequenos favores, aparece como algo no mínimo anacrônico. 

Para chegar ao voto, o candidato tem que recorrer às novas formas de comunicação, iniciando por uma assessoria eficiente, competente, que não se limite a plantar notinhas nos jornais, conseguindo espaços esporádicos nos programas de rádio. Mas também, seja capaz de planejar e criar fatos e ações que levem o candidato até o povo, é preciso pensar macro e agir micro, segmentar as ações.

Hoje só com profissionalismo e um candidato consistente para começar uma campanha de sucesso. Não é apenas um rosto ou um slogan. Também não deve ser um tecnocrata, pelo contrário, o novo profissional tem que sentir o que o povo sente, é preciso ser “emoção”, com uma boa cabeça e os pés fincados no chão, de preferência balizado por pesquisas. O resto é falácia, é fantasia, é tentativa de mergulhar no túnel do tempo, e ignorar as transformações políticas e sociais. É ignorar que o próprio eleitor exige um novo comportamento.  Há, naturalmente, margens para equívocos, para se pensar que candidato é como sabonete ou qualquer outro produto. Afinal, nem tudo e nem todos são santinhos, há os adesivos, o outdoor, o balão, que nem sempre é o de ensaio, e há até mesmo as “praguinhas”... 

"Tendo o príncipe necessidade de saber usar bem a natureza do animal, deve escolher a raposa e o leão, pois o leão não sabe se defender das armadilhas e a raposa não sabe se defender da força bruta dos lobos. Portanto é preciso ser raposa, para conhecer as armadilhas e leão, para aterrorizar os lobos."             

Maquiavel 

 
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A Propaganda numa campanha eleitoral
8.3.2012 | 9h40m
 

Uma estrutura de comunicação profissional  desempenha um papel cada vez mais importante na condução das campanhas  políticas. A complexidade das campanhas bem como o aumento e a variedade do eleitorado exigem uma comunicação honesta, bem direcionada e com alto poder de  penetração.

A razão de ser da propaganda é, essencialmente, construir e sustentar marcas  fortes, como meio de colaborar para que elas alcancem os seus objetivos. A construção dessas marcas passa  pela criação de um forte elo entre marca e consumidor. Isso quer dizer que a função da comunicação publicitária é de gerar marcas fortes de forma ordenada, agregando assim valor a ela.

É sua responsabilidade como candidato - para com você, sua família e seu partido - comunicar suas idéias de modo mais eficaz possível  e  a propaganda oferece um dos caminhos para atingir esse objetivo.

 
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Meus e Seus
13.4.2011 | 11h20m
 

“Sou movido pela paixão ao meu trabalho. Nunca tive medo de arriscar para crescer, minha vida foi sempre assim, as vezes acerto, outras tantas só aprendo.”  Xiko Melo

 
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